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II OFICINA DO EMPREENDEDOR


II OFICINA DO EMPREENDEDOR
SEBRAE - SENAC
DIAS 29 (sábado) e 30 (domingo) de OUTUBRO DE 2011
CURSOS GRATUITOS

INSCRIÇÕES:
CDL ITAMARAJU (Rua 05 de Outubro, 207 - cidade baixa) 73/3294-3363
ASSOCIAÇÃO DE APOSENTADOS (Av. Brasil - cidade alta - em frente ao posto cidade)
maiores informações - 73/3294-3363

PARTICIPE - VAGAS LIMITAS
 
 
II OFICINA DO EMPREENDEDOR 
RELAÇÃO DOS CURSOS
LOCAL REAIZAÇÃO DOS CURSOS: COLÉGIO SÃO JOÃO EVANGELISTA




29.10.2011 – TURNO: MANHÃ
sala/horário
curso/realizador
1
08H-12H
Controles Financeiros
SEBRAE
2
08H-12H
Comportamento e Relações Interpessoais
SEBRAE
3
08H-12H
MARKETING EMPRESARIAL
SEBRAE
4
08H-12H
Atendimento ao Cliente
SEBRAE
5
08H-12H
Cadastro, Crédito e Cobrança
SEBRAE
6
08H-12H
Como fazer Unhas Decoradas
SENAC
7
08H-12H
Tendências de Cortes e Escova
SENAC
8
08H-12H
Como Fazer Embalagens Artesanais
SENAC
9
08H-12H
A Arte de Fazer Pães
SENAC


29.10.2011 – TURNO: TARDE
sala/horário
curso/realizador
1
14H-18H
Controles Financeiros
SEBRAE
2
14H-18H
Treinamento Gerencial Básico
SEBRAE
3
14H-18H
Planejamento Estratégico
SEBRAE
4
14H-18H
Atendimento ao Cliente
SEBRAE
5
14H-18H
Técnicas de Vendas
SEBRAE
6
14H-18H
Como fazer Unhas Decoradas
SENAC
7
14H-18H
Tendências de Cortes e Escova
SENAC
8
14H-18H
Como Fazer Embalagens Artesanais
SENAC
9
08H-12H
A Arte de Fazer Pães
SENAC
30.10.2011 – TURNO: MANHÃ
sala/horário
curso/realizador
1
08H-12H
Custo e Formação do Preço de Venda
SEBRAE
2
08H-12H
Técnicas de Vendas
SEBRAE
3
08H-12H
Atendimento ao Cliente
SEBRAE
4
08H-12H
Marketing Pessoal
SEBRAE
5
08H-12H
Cadastro, Crédito e Cobrança
SEBRAE
6
08H-12H
Associativismo e Cooperativismo
SEBRAE
7
08H-12H
Arte em biscuit
SENAC
8
08H-12H
A Arte de Fazer Pizzas
SENAC
  

30.10.2011 – TURNO: TARDE
sala/horário
curso/realizador
1
14H-18H
Custo e Formação do Preço de Venda
SEBRAE
2
14H-18H
Comportamento e Relações Interpessoais
SEBRAE
3
14H-18H
Técnicas de Vendas
SEBRAE
4
14H-18H
Liderança
SEBRAE
5
14H-18H
Treinamento Gerencial Básico
SEBRAE
6
14H-18H
Associativismo e Cooperativismo
SEBRAE
7
14H-18H
Arte em biscuit
SENAC
8
14H-18H
A Arte de Fazer Pizzas
SENAC



Notícias,  eventos, campanhas e diversas informações úteis para a população e a comunidade lojista.
acesse e confira:

Fazenda Lembrança II

CNA quer incluir o fosfato bicálcico na lista de exceção da TEC.

CNA quer incluir o fosfato bicálcico na lista de exceção da TEC.

Os preços do sal mineral praticamente dobraram desde novembro do ano passado.
A Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pediu à Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que inclua o fosfato bicálcico e o ácido fosfórico na lista de exceção da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul, com alíquota zero.
Para o presidente da Comissão da CNA, Rodrigo Alvim, seria “a única maneira de aumentar a concorrência, freando estes aumentos que atingem diretamente o custo da nutrição animal”.
“A boa mineralização garante a competitividade do rebanho”, diz Alvim, preocupado com a oferta de sal mineral a preços competitivos ao pecuarista de leite. Atualmente, há apenas dois fornecedores de fosfato bicálcico no Brasil, principal fonte de fósforo para os sais minerais.
Para aumentar a oferta e segurar os preços do produto, o presidente da Comissão quer facilitar as importações do ácido fosfórico e de fosfato bicálcico de fora do Mercosul, que entram atualmente no País com alíquotas de 4% e 10%, respectivamente.
Segundo dados dos Ativos da Pecuária de Leite, divulgados nesta segunda (22) pela CNA, o sal mineral subiu 36% de outubro de 2007 a fevereiro deste ano. Há previsão de novos aumentos de 20% a 30% para o fosfato bicálcico para maio. Desde novembro, o preço do produto mais do que dobrou, passando de R$ 800 a tonelada para R$ 1.800/t.

Mercado&Cia 12/10/11 - Entrevista com Alysson Paulinelli

Mogno africano fortalece agricultura de Sabinópolis

Cultivo pode garantir rentabilidade de 600 mil reais por hectare


Tradicional produtor de leite, o município de Sabinópolis, no Vale do Rio Doce, quer se destacar agora com a produção de mogno africano, uma das madeiras mais valorizadas do mundo. Existe a perspectiva inclusive de exportar para os países asiáticos e a Europa.

De acordo com avaliação de Iduardo Pires dos Santos, extensionista local da Emater-MG, instituição vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o cultivo de mogno africano  em Sabinópolis já é uma realidade, com a perspectiva de garantir para o produtor lucros da ordem de R$ 2 mil por metro cúbico de madeira serrada. Um hectare rende, em média, 300 metros cúbicos de madeira serrada.

Há cerca de dois anos foi iniciado no município um viveiro de mudas de mogno africano. Segundo o empresário Gilberto Mortimer Júnior, proprietário da plantação de 40 hectares, o objetivo principal é iniciar em oito anos a venda de madeira, que pode ser utilizada na fabricação de móveis de luxo, instrumentos científicos e musicais, esculturas e decorações interiores de embarcações, entre outros.

“Na fase atual, estamos fornecendo mudas cultivadas em 2 hectares para os agricultores que apostam na produção da planta para a obtenção de madeira maciça. A procura é crescente”, assinala o empresário. 

“Já contamos com clientes não só de Minas Gerais, como também de São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso e Goiás, que ainda recebem assistência para o correto cultivo das plantas africanas clonadas, que são mais resistentes e têm melhor desenvolvimento que as nacionais”, explica. 

A clonagem é um processo de melhoramento genético, neste caso com o objetivo de multiplicar as melhores árvores.  Trata-se de um recurso para a obtenção de material com melhores características e florestas uniformes.

Gilberto ainda diz que o mais recomendável é a produção de florestas de mogno nas áreas de pastagem degradada, que devem ficar inacessíveis aos animais pelo menos durante um ano e meio. Nesse período, ele acrescenta, “a pastagem alcança recuperação por conta própria e o produtor já pode introduzir bezerros nas áreas entre as árvores. Alguns meses depois o pasto poderá receber o gado adulto.”

Produto valorizado 

Segundo o produtor, a primeira colheita de mogno africano, no décimo ano depois do plantio, deverá abranger 50% da plantação.  O restante das plantas deve ser colhido cinco anos depois. “A madeira terá ganho de qualidade e, por isso, o total das duas colheitas pode alcançar R$ 600 mil por hectare”, diz o empresário.

Gilberto afirma que a produção de floresta de mogno é recomendada para produtores de todos os portes. É um excelente negócio inclusive para os agricultores familiares, porque uma área pequena também garante alta rentabilidade. As normas para o mogno africano diante da legislação ambiental do Estado são as mesmas aplicadas ao cultivo de eucalipto, ele explica. “O produtor necessita informar ao Instituto Estadual de Florestas (IEF) a quantidade que vai colher para destinar à comercialização.”

O empresário acrescenta que a demanda por mogno é crescente, enquanto a oferta mundial (principalmente pela Costa do Marfim, na África) diminuiu muito. “O Brasil ainda se aproveita pouco da oportunidade de ganhar espaço no mercado mundial com a madeira, porque no país há menos de 3 mil hectares de área plantada com mogno africano.” 

Produção integrada 

Para o extensionista Iduardo Pires dos Santos, Minas Gerais pode se beneficiar das condições de clima e solo, além de uma grande extensão de terras para o cultivo do mogno. “O plantio da árvore pode ser incluído em programas de recuperação de pastagens degradadas e em rodízio de cultivos anuais, como o do milho, pelo sistema de integração lavoura, pecuária e floresta (ILPF)”, recomenda.  Santos acrescenta que a produção de leite também pode dar mais lucro se for ajustada ao melhor aproveitamento das pastagens recuperadas pelo cultivo das florestas de mogno. 

O assessor de Florestas da Secretaria da Agricultura, Henrique Augusto Reis, considera a cultura de mogno uma das mais promissoras para o Estado e principalmente para os pequenos agricultores, observadas as práticas de manejo específicas. Ele diz que “a recuperação de pastagens pela integração atende aos compromissos assumidos pelo Brasil junto à Confederação do Clima COP15, realizada em Copenhague, na Dinamarca, em dezembro de 2009, sendo esta das atividades financiáveis pelo Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC)”.

Como chegar

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