HOMILIA COMPLETA - Santa Missa Canção Nova Pe. José Augusto 05/10/2010
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Sindicato Rural de Itamaraju
on sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Pe. José Augusto da Canção Nova, em uma homilia profética diz a verdade sobre a situação do nosso pais, e incentiva o povo cristão a se pronunciar em massa. Contra o Aborto, A Favor da Vida!!
Brasil quer aumentar exportação de carnes para Arábia Saudita
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Sindicato Rural de Itamaraju
on quarta-feira, 6 de outubro de 2010
O Brasil vai aumentar o volume de exportação de carne bovina e de frango para a Arábia Saudita. O país do Oriente Médio está interessado também em importar grãos e frutas brasileiras. Estas foram algumas das novidades anunciadas nesta terça, dia 5, durante a visita do ministro da Agricultura da Arábia Saudita, Fahad Bal Ghunaim, à capital paulista.
O Brasil exporta mais de 20 produtos para o país. No agronegócio, a carne de frango lidera a lista. Durante o encontro desta terça, empresários e autoridades discutiram formas de ampliar o comércio entre os dois países. A União Brasileira de Avicultura (Ubabef) saiu da reunião mais otimista.
– Acho que a média ficará em torno de 500 a 550 mil toneladas/ano. Hoje fica em torno de 490 toneladas. Deve aumentar entre 4 a 5% – disse o presidente da Ubabef, Francisco Turra.
A carne bovina está em sexto lugar na lista de produtos exportador. Em todo o ano passado, quase 32 mil toneladas foram embarcadas Só de janeiro a agosto deste ano, o volume está próximo de 24 mil toneladas. Os exportadores de carne bovina esperam aumentar os números.
– Eu acredito que, para o próximo ano, tenhamos um aumento de 15% a 20% – afirmou o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Camardelli.
Atualmente a Arábia Saudita ocupa a 12ª posição entre os importadores do agronegócio brasileiro. O ministro Fahad Bal Ghunaim afirma que o país pretende ampliar mais esse comércio:
– Definitivamente, o Brasil é um grande produtor de carne de alta qualidade e foi tomada a decisão de aumentar a importação.
E o governo brasileiro pretende aproveitar o interesse dos árabes para diversificar mais a pauta de exportações do agronegócio.
– A Arábia Saudita é um grande importador de alimentos, mas até hoje a exportação é concentrada. No entanto, existe interesse em diversificar para produtos lácteos, grãos e frutas – afirmou o diretor de Promoção Internacional do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio.
Um novo encontro entre Brasil e Arábia Saudita deve ocorrer nos próximos meses. No entanto, ainda não há data definida para a viagem dos brasileiros ao Oriente Médio.
O Brasil exporta mais de 20 produtos para o país. No agronegócio, a carne de frango lidera a lista. Durante o encontro desta terça, empresários e autoridades discutiram formas de ampliar o comércio entre os dois países. A União Brasileira de Avicultura (Ubabef) saiu da reunião mais otimista.
– Acho que a média ficará em torno de 500 a 550 mil toneladas/ano. Hoje fica em torno de 490 toneladas. Deve aumentar entre 4 a 5% – disse o presidente da Ubabef, Francisco Turra.
A carne bovina está em sexto lugar na lista de produtos exportador. Em todo o ano passado, quase 32 mil toneladas foram embarcadas Só de janeiro a agosto deste ano, o volume está próximo de 24 mil toneladas. Os exportadores de carne bovina esperam aumentar os números.
– Eu acredito que, para o próximo ano, tenhamos um aumento de 15% a 20% – afirmou o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Camardelli.
Atualmente a Arábia Saudita ocupa a 12ª posição entre os importadores do agronegócio brasileiro. O ministro Fahad Bal Ghunaim afirma que o país pretende ampliar mais esse comércio:
– Definitivamente, o Brasil é um grande produtor de carne de alta qualidade e foi tomada a decisão de aumentar a importação.
E o governo brasileiro pretende aproveitar o interesse dos árabes para diversificar mais a pauta de exportações do agronegócio.
– A Arábia Saudita é um grande importador de alimentos, mas até hoje a exportação é concentrada. No entanto, existe interesse em diversificar para produtos lácteos, grãos e frutas – afirmou o diretor de Promoção Internacional do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio.
Um novo encontro entre Brasil e Arábia Saudita deve ocorrer nos próximos meses. No entanto, ainda não há data definida para a viagem dos brasileiros ao Oriente Médio.
Fonte: Canal Rural
ASSEMBLÉIA LEM 2010: Confira a palestra ministrada pelo Presidente da Aprosoja Brasil, Glauber Silveira
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Sindicato Rural de Itamaraju
on segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Confira a palestra ministrada pelo Presidente da Aprosoja Brasil, Glauber Silveira, direto da Assembleia Geral Ordinária, realizada em Luis Eduardo Magalhães/BA.
Assembléia LEM 2010 - João Batista Olivi
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Sindicato Rural de Itamaraju
on domingo, 26 de setembro de 2010
Confira direto de Luis Eduardo Magalhães/BA a Assembléia Geral Ordinária com as palestras de João Batista Olivi e Glauber Silveira.
Preenchimento do ITR exige cautela
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Sindicato Rural de Itamaraju
on terça-feira, 21 de setembro de 2010
O assessor técnico da Comissão de Assuntos Fundiários da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Anaximandro Doudement Almeida, afirmou nesta terça-feira (21), durante webconferência organizada pela CNA, que o produtor precisa se municiar de documentos que comprovem a produção, produtividade e as áreas não-tributáveis para o preenchimento adequado da declaração de Imposto Territorial sobre a Propriedade Rural (ITR).
Declarando o ITR, o proprietário ou o possuidor do imóvel cumpre a obrigação de prestar contas à Receita Federal. Em contrapartida, a declaraçãó é o documento necessário por lei para transmissão da propriedade de imóveis rurais. Além disso, a declaração do ITR é condição para obtenção de financiamentos rurais, condição que é importante para a produtor rural. A declaração do ITR é exigida em outras circunstâncias, lembrou.
A CNA esclarece até às 11 horas desta terça-feira, pela internet, as dúvidas dos produtores rurais sobre a declaração do ITR e do Ato Declaratório Ambiental (ADA). Este ano, o prazo para entrega do ITR e para apresentação do ADA termina no dia 30 de setembro.
Outro ponto esclarecido pelo assessor técnico da CNA foi sobre o valor da terra nula a ser declarado à Receita Federal. Anaximandro Almeida esclareceu que há tabelas de preços definidas por governos estaduais. Nem todos os estados contam com essa tabela. As secretarias de agricultura do Paraná, São Paulo e do Mato Grosso do Sul, por exemplo, têm tabelas com preços de terras. Nos demais casos, é preciso buscar outras referências. Os cartórios de registro de imóveis e os escritórios da Emater podem fornecer informações nesse sentido.
Caso o proprietário rural discorde, ele deverá se municiar com laudos avaliatórios elaborados por engenheiros agrônomos, com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), considerando uma série de critérios que estão definidos nas diretrizes NBR 14653-1 e NBR 14653-3, elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A responsabilidade técnica é responsabilidade exclusiva de profissionais graduados, no caso, de engenheiros agrônomos. "O produtor pode optar por um instrumento mais personalizado de seu imóvel", explicou Anaximandro Almeida.
Ele alertou, no entanto, para o fato de a declaração ser feita com base num laudo técnico com cálculo da terra nua. A Receita Federal, explicou o assessor técnico da comissão, poderá impugnar a declaração. "O produtor precisa ter um laudo. Ele coíbe a subjetividade e vai para a objetividade", explicou. Ele alertou para os riscos de o produtor fazer a declaração com base num valor aleatório. "O produtor tem que ser o mais consistente possível para evitar impugnações. Se houver um valor sem consistência, a Receita vai recalcular o imposto e a partir desse valor, calcular multas e juros", completou.
Outra dúvida encaminhada à CNA foi sobre uma área invadida há 3 anos por integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST). Rudy Maia, também assessor da Comissão de Assuntos Fundiários da CNA, esclareceu que, nesse caso, o produtor pode entrar com um processo administrativo ou judicial junto à Receita solicitando suspensão do ITR enquanto perdurar a invasão (crime de esbulho possessório). Nesse caso, explicou Anaximandro Almeida, é fundamental que o produtor reúna provas para comprovar a invasão.
Declarando o ITR, o proprietário ou o possuidor do imóvel cumpre a obrigação de prestar contas à Receita Federal. Em contrapartida, a declaraçãó é o documento necessário por lei para transmissão da propriedade de imóveis rurais. Além disso, a declaração do ITR é condição para obtenção de financiamentos rurais, condição que é importante para a produtor rural. A declaração do ITR é exigida em outras circunstâncias, lembrou.
A CNA esclarece até às 11 horas desta terça-feira, pela internet, as dúvidas dos produtores rurais sobre a declaração do ITR e do Ato Declaratório Ambiental (ADA). Este ano, o prazo para entrega do ITR e para apresentação do ADA termina no dia 30 de setembro.
Outro ponto esclarecido pelo assessor técnico da CNA foi sobre o valor da terra nula a ser declarado à Receita Federal. Anaximandro Almeida esclareceu que há tabelas de preços definidas por governos estaduais. Nem todos os estados contam com essa tabela. As secretarias de agricultura do Paraná, São Paulo e do Mato Grosso do Sul, por exemplo, têm tabelas com preços de terras. Nos demais casos, é preciso buscar outras referências. Os cartórios de registro de imóveis e os escritórios da Emater podem fornecer informações nesse sentido.
Caso o proprietário rural discorde, ele deverá se municiar com laudos avaliatórios elaborados por engenheiros agrônomos, com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), considerando uma série de critérios que estão definidos nas diretrizes NBR 14653-1 e NBR 14653-3, elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A responsabilidade técnica é responsabilidade exclusiva de profissionais graduados, no caso, de engenheiros agrônomos. "O produtor pode optar por um instrumento mais personalizado de seu imóvel", explicou Anaximandro Almeida.
Ele alertou, no entanto, para o fato de a declaração ser feita com base num laudo técnico com cálculo da terra nua. A Receita Federal, explicou o assessor técnico da comissão, poderá impugnar a declaração. "O produtor precisa ter um laudo. Ele coíbe a subjetividade e vai para a objetividade", explicou. Ele alertou para os riscos de o produtor fazer a declaração com base num valor aleatório. "O produtor tem que ser o mais consistente possível para evitar impugnações. Se houver um valor sem consistência, a Receita vai recalcular o imposto e a partir desse valor, calcular multas e juros", completou.
Outra dúvida encaminhada à CNA foi sobre uma área invadida há 3 anos por integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST). Rudy Maia, também assessor da Comissão de Assuntos Fundiários da CNA, esclareceu que, nesse caso, o produtor pode entrar com um processo administrativo ou judicial junto à Receita solicitando suspensão do ITR enquanto perdurar a invasão (crime de esbulho possessório). Nesse caso, explicou Anaximandro Almeida, é fundamental que o produtor reúna provas para comprovar a invasão.
Governo quer nova "base social no campo
As mudanças avaliadas pelo governo no Imposto Territorial Rural (ITR) são partes de uma estratégia de construção de uma nova “base social no campo”. A meta do governo é formar uma "classe média rural empreendedora, predominante e moderna".
O secretário de Ações Estratégicas da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, Ariel Pares, informa já ter avançado com outros ministérios para reformar a política agrícola e constituir a nova base a partir de um modelo renovado de garantia de preços, seguro agrícola e crédito rural. "Isso implica subsídios, sobretudo para agricultores familiares. Mas precisamos tratar diferente o que é desigual como se faz hoje", afirma Ariel Pares.
Engenheiro agrônomo e economista, Pares entendem que o país precisa deslocar a "discussão isolada" de crédito, seguro e preços mínimos para avançar em instrumentos de garantia de renda que levem em conta problemas de riscos climáticos, liquidez e volatilidade do setor rural. "Política agrícola não pode só regular mercados. Tem que constituir uma base social forte, organizada e cooperante, capaz de gerar renda e que não sinta estímulo para migrar", argumenta ele.
Nos planos do governo, estão a formação de um fundo anticíclico para épocas de bonança e uma política de subsídios em tempos de dificuldades no setor rural. "É preciso assumir riscos, mas dentro de uma determinada margem", afirma o secretário.
Para ele, o desenvolvimento rural e a modernização socioeconômica do campo devem incluir a ampliação de serviços (como estradas, luz e banda larga) nos núcleos urbanos próximos de áreas rurais. "É preciso oferecer novas atividades que não sejam apenas do campo, com indústria, serviços, residências e adensamento dos sistemas urbanos, saindo do litoral e do Centro-Sul", diz.
O governo quer ampliar ao máximo essa base. "Queremos uma agricultura líder e com base social moderna", diz Ariel Pares. O desafio, segundo ele, é operar mudanças na concentração da terra no longo prazo. "A agricultura é para todos, e não para 20 mil ou 30 mil", afirma. "Temos que garantir a agricultura familiar no futuro, de forma pactada e negociada, é claro".
A SAE já tem metas fixadas para transformar a "base" do campo até 2022, quando a Brasil completa seu bicentenário. Primeiro, estabeleceu como objetivo a duplicação da atual produção agropecuária - isso implicaria chegar próximo de 300 milhões de toneladas de grãos, fibras e cereais. Depois, quer dobrar as exportações do setor, mantendo o crescimento média de 6% ao ano. Além disso, a elevação da produtividade em 50% faria o país crescer de forma "horizontal" no campo. Isso resultaria na expansão média de 3,4% ao ano ao longo de 12 anos - a média anual das últimas duas décadas foi de 3,3%.
O governo também quer triplicar o orçamento da rede nacional de pesquisa agropecuária, incluindo Embrapa e empresas estaduais. Hoje, o país aplica 1,2% do Produto Interno Bruto em pesquisa, desenvolvimento e inovação - ou R$ 3 bilhões por ano. A meta é elevar o índice entre 2% ou 2,5% do PIB até 2022. "Isso daria chance de sairmos da base exportadora de commodities para a produção de alto valor agregado", afirma Ariel Pares.
A fantástica floresta de chocolate
Produtores do Espírito Santo formam parceria com multinacional belga, investem na renovação de suas lavouras e planejam produzir o primeiro cacau de origem do Brasil, de olho nos doces lucros desse mercado.
Enquanto o carro acelera pelas estradas de terra que cercam o município de Linhares, no interior do Espírito Santo, o empresário Paulo Gonçalves segue observando atentamente cada nova plantação de cacau que surge na paisagem. Vez por outra, ele estaciona o veículo, entra na mata e vai olhar de perto os detalhes desses cultivos.
Basta uma rápida examinada para que ele já saiba dizer como está o nível de produtividade, a qualidade dos frutos, o desenvolvimento das plantas, entre outras coisas. Conhecimento que ele adquiriu ainda criança, quando costumava acompanhar o pai nas andanças pelas plantações de cacau da família, e que o ajudaram a erguer uma das maiores produções dessa fruta no País.
Gonçalves também atua nas outras pontas do negócio, comprando a produção de outros produtores da região e fazendo o beneficiamento do produto. Tanta atenção ao fruto não se deve apenas à tradição familiar. De olho no bom momento do mercado, Gonçalves é um dos principais coordenadores de um projeto que quer fazer brotar, no interior do Espírito Santo, um novo ciclo da fruta que já foi símbolo de poder e riqueza no sertão da Bahia. Um plano que tem como foco uma parceria recémfirmada com a multinacional belga Puratos, uma das principais fabricantes de chocolates finos do mundo, e que pretende extrair das lavouras capixabas um tipo de cacau mais nobre, cultivado com manejo diferenciado, cujo sabor permitiria produzir o primeiro chocolate de origem do Brasil. Um modelo que colocaria o País na rota de um mercado bilionário, que cresce a passos largos em todo o mundo, gerando doces lucros para os produtores daquela região.
"Hoje o preço da commoditie no mercado internacional está em US$ 3 mil a tonelada, o que já é um bom valor. Com o chocolate de origem, acreditamos que o preço pago chegue a ser 50% maior, chegando a US$ 4,5 mil a tonelada", afirma Gonçalves.
O sabor do cacau capixaba já agradou à companhia europeia, que há tempos planejava produzir esse tipo de produto no País. Para tornar o sonho realidade, a estimativa é de que a Puratos invista cerca de R$ 22 milhões na região. "Existe um mercado crescente para chocolates de alta qualidade e temos certeza que o Brasil tem potencial para ser um grande produtor nesse nicho", revela o diretor-comercial da Puratos, Caio Gouveia.
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- Itamaraju, Bahia, Brazil
- O Sindicato dos Produtores Rurais de Itamaraju, foi fundado em 1972, como um associação pêlos Produtores Rurais os Srs.: José Carneiro, Ney Paschoal, José Gomes de Almeida e Outros... Em 1974 se tornou um sindicato reconhecido pelo Governo Federal através da Carta Sindical fornecida pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, tendo como base territorial todo o Município de Itamaraju , tendo sido aprovado os seu Estatutos Sociais como Órgão representativo das Categorias Econômicas Integrantes dos Grupos do Plano da Confederação Nacional. Nesse tempo de existência do Sindicato, foram eleitos como Presidentes os senhores José Almeida Carneiro, Ney Paschoal dos Santos, José Miguel de Morais, Cosme Afrânio Leite Lima e atualmente o Senhor Urbano Pereira Correia. O Sindicato Rural, esta filiado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

